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Primeiro-Ministro convida moçambicanos a se registarem na Swazilândia

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O Primeiro-Ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, convida todos os concidadãos residentes na Swazilândia a aderirem em massa à campanha de registo civil de raiz que arranca dentro de duas semanas naquele país vizinho.

“Disseram-se que daqui a duas semanas o trabalho vai começar e pedem a vossa colaboração. As brigadas devem vir para aqui e encontrar pessoas. O Presidente Filipe Nyusi falou com o rei Mswati III e o trabalho vai correr bem, se todos colaborarmos”, sublinhou o Primeiro-ministro, durante um encontro mantido esta sexta-feira, na cidade de Manzini, com dezenas de moçambicanos residentes na Swazilândia.
Carlos do Rosário encontra-se desde quinta-feira a efectuar uma visita de trabalho a Swazilândia onde vai participar, sábado, na Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral, SADC, em representação do Presidente da Republica, Filipe Nyusi.
Estima-se que cerca de 40 mil moçambicanos são residentes na Swazilândia, mas apenas cerca de metade estão registados no Alto Comissariado de Moçambique.
Por isso, muitos moçambicanos sem nenhum registo oficial na Swazilândia queixam-se de vários problemas, tais como dificuldade de matricular seus filhos no ensino secundário ou obtenção de permissão de residência ou de trabalho.
Existem ainda casos de moçambicanos sepultados em valas comuns, em caso de morte, por não possuírem nenhuma identificação.
Parte considerável dos moçambicanos nesta situação são os que imigraram para a Swazilândia durante a guerra dos 16 anos, que perderam o estatuto de refugiados em 1992 com a restauração da paz. Outros decidiram emigrar a procura de melhores condições de vida.
Na ocasião, Joaquim Bule, assessor do Ministro do Interior, explicou que há casos de moçambicanos que pedem a cidadãos swazis para adoptarem seus filhos como forma de garantir que tenham acesso ao ensino secundário neste país.
“O passo que se segue é encontrarmos, a cada palmo, todos os moçambicanos que vivem aqui na Swazilândia para atribuirmos documentos tais como cédulas pessoais, bilhetes de identidade e passaportes”, afirmou Bule.
Manifestou a sua preocupação com o facto de, no passado, ter havido espaço para o registo de moçambicanos mas, infelizmente, a adesão foi muito baixa.
“Ficamos frustrados quando no passado abriu-se espaço para o registo. Ficamos cerca de um mês, mas muito poucas pessoas se registaram”.
“Desta vez, quem não aderir a campanha de registo terá que se haver com as autoridades da Swazilândia”, advertiu.
A brigada, que vai escalar o reino da Swazilândia por um período de nove meses, integra quadros do Ministério da Justiça e do Interior de Moçambique.
No fim da tarde de hoje, o Primeiro-Ministro moçambicano deverá participar na cimeira da dupla Tróica do Órgão da SADC. (RM-Swazilandia)

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