As vítimas têm medo de apresentar queixas.
A denúncia é da organização não-governamental Mulher Lei e Desenvolvimento (MULEIDE), que aponta a mulher como a principal vítima.
Nos últimos dois meses, a organização atendeu cerca de 120 casos de violência doméstica que foram encaminhados para os órgãos da Justiça.
A oficial de aconselhamento da MULEIDE, em Sofala, Júlia Garrine, afirma que a maior parte das queixas têm a ver com violência física e sexual. (RM Sofala)
