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Forças de defesa e segurança do Malawi movimentam-se para os 8 postos fronteiriços

Published in Mundo
quarta, 21 agosto 2019 13:24
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Forças de defesa e segurança do Malawi estão se movimentando para os oito postos fronteiriços a serem fechados a partir da próxima segunda-feira por manifestantes.

 

Trata-se dos postos de travessia de Mchinji, Chitipa, Karonga, Mzimba, Dedza, Mangochi, Mulanje e Mwanza que fazem fronteira com Moçambique, Tanzânia e Zâmbia.

Estas fronteiras ficarão encerradas durante cinco dias consecutivos por populares, que estão a exercer pressão sobre, Peter Mutharika, para  este demitir a Presidente da comissão eleitoral do Malawi.

Além destes oito postos fronteiriços, estarão igualmente sob fortes medidas de segurança o Kamuzu Internacional Aeroport, em Lilongwe e Chileka aeroporto, em Blantyre, que igualmente estarão privados dos seus serviços, facto a ser forçado pelos protestos.

A Autoridade Tributária do Malawi (MRA) solicitou uma junção ao Supremo Tribunal para restringir as manifestações planeadas para fora das suas instalações nas fronteiras.

O porta-voz da Autoridade Tributária do Malawi Steven Kapoloma afirmou que não se pretende impedir os protestos, mas sim assegurar que as pessoas não se venham a manifestar dentro dos recintos dos postos de travessia, pois que estão mantendo muitos bens valiosos, que estão sob controlo aduaneiro.

Enquanto isso a Comissão malawiana da defesa dos direitos humanos que encabeça esta onda de manifestações, rejeitou, esta terça-feira, uma reunião com o ex-presidente do Malawi Bakili Muluzi que visava persuadir esta organização a abandonar a sua ideia de encerrar os pontos de entrada e saída do país.

Na sua carta, Muluzi escreveu que era contra os protestos, argumentando que estes irão paralisar a já fragilizada economia do Malawi.

Entretanto Thimoty Ntambo, líder destes protestos disse não ter tempo de participar em diálogos de conveniência pois que no primeiro encontro de mediação que manteve com Bakili Muluzi, as coisas foram bem claras que ele deve convencer a Jane Ansah a renunciar o seu cargo.

Enquanto isso o Sínodo da Igreja Presbiteriana apoiou estas manifestações de cinco dias.

O secretário-geral do sínodo Levi Nyondo, disse que a igreja fará tudo o que puder para apoiar os protestos como forma de garantir que a justiça eleitoral prevaleça.

Nyondo disse que a igreja não vai sentar e assistir as pessoas protestarem contra a fraude eleitoral, argumentando que isso significaria promover a injustiça.

Mas a Jane Ansah que é uma juíza do Supremo Tribunal de Apelação do Malawi, fincou com os dois pés que só renunciaria o seu cargo caso o Tribunal Constitucional do Malawi declarar que houve má administração do processo eleitoral. ( RM Lilongwe)

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