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PR endereça condolências pela morte de de Simon Nchucha, veterano da luta de libertação nacional

Published in Recomendado
sábado, 23 maio 2020 08:27
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O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou, esta sexta-feira, as suas condolências pelo desaparecimento físico, de Simon Nchucha, Veterano da luta de libertação nacional.

O Chefe do Estado descreve na sua página oficial do Facebook Simon Nchucha, como um dos precursores da consciência nacionalista que desde os primórdios da sua juventude, manifestou inconformismo pela presença colonial em Moçambique.
Filipe Nyusi destaca ainda entre os grandes feitos de Simon Nchucha o facto de, em 1960, antes do Massacre de Mueda, na companhia de Modesta Neva, Lázima Ndalamo, Simone Sambumba, Mariana Ntumiwetu, Cosme Tetekou e Fundi, ter-se dirigido à sede do posto administrativo de Mueda, para falarem com o Chefe do Posto, com objectivo de exigir a independência de Moçambique.
“Esse acto de coragem, bravura e determinação carregado de nacionalismo, foi interpretado como uma afronta a ordem e status quo estabelecido pelo regime colonial e fascista, tendo culminado com a sua prisão imediata, em Mueda. E porque as autoridades coloniais achavam que a prisão de Mueda não era segura, os sete jovens foram encaminhados à Porto Amélia, hoje Pemba, onde permaneceram durante meses. Mais tarde, após o Massacre de Mueda, que ocorreu a 16 de Junho de 1960, os jovens foram transferidos para a prisão da Ilha de Ibo e posteriormente para a prisão de máxima segurança na Machava, em Lourenço Marques, actual Maputo. E porque as autoridades colonias consideravam que havia necessidade de agravar a punição daqueles sete percursores do nacionalismo, foram transferidos para a então prisão localizada na Ilha de Xefina. Após o 25 de Abril de 1974, e depois com a Independência Nacional, é que o Simon Nchucha voltou a desfrutar o ar da liberdade. Neste dia sombrio, no lugar de chorarmos a morte de um dos melhores filhos desta pátria, queremos, por este meio, convidar a família e a todos os moçambicanos, para celebrarmos os feitos deste homem que em vida escreveu a sua história do nosso país com letras douradas. ” –lê-se na mensagem. (RM)

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