Trata-se de um dispositivo digital interligado com um sistema informático do Instituto Nacional de Saúde, alocado recentemente no distrito de Angónia no posto de travessia de Calomue, entre Moçambique e Malawi.
Pretende-se com este aparelho de ponta, detectar em tempo recorde todos os exames para a covid-19 falsificados e reportar ao Ministério da Saúde o esquema fraudulento.
A escolha de Calomue deve-se ao facto de aquela fronteira estar a registar maior afluxo de transporte de carga e de passageiros em trânsito para a república do Malawi.
Segundo o chefe do departamento de saúde pública no serviço provincial de saúde de Tete, até ao momento ainda não foi reportado nenhum caso relacionado com a falsificação de documentos de viagem.
Hélder Dombole explicou que ainda na linha de fronteira, equipas conjuntas desenvolvem acções de sensibilização e de vigilância para evitar casos de infecções massivas do novo Coronavírus.
A província de tete, possui uma linha de fronteira de aproximadamente mil e quinhentos quilómetros com as repúblicas da Zâmbia, do Zimbabwe e do Malawi. (RM)