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Chade diz que relatório da Amnistia Internacional tem "graves acusações"

segunda, 23 julho 2018 17:20
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A República do Chade considerou esta segunda-feira que o relatório da Amnistia Internacional que denuncia uma ligação entre as medidas de austeridade e a repressão contém "graves acusações" destinadas a "minar os esforços" das autoridades.

 

Citado pela agência France-Presse, AFP, um comunicado do governo divulgado no domingo diz que o relatório "Orçamentos em queda, repressão em ascensão" da Amnistia Internacional contém "informação partidária e repleta de acusações graves que minam os esforços do governo do Chade na melhoria da governação"

O governo do Chade acrescentou que o país "fez progressos consideráveis, particularmente nas áreas da saúde, educação e infra-estrutura", ao mesmo tempo que enfrenta "grupos terroristas" nas suas fronteiras.

As medidas de austeridade, "retratadas pela Amnistia Internacional como medidas puramente antissociais, respondem (...) às exigências dos doadores e são apreciadas pelos parceiros financeiros internacionais", disse o governo.

De acordo com a AFP, o relatório da Amnistia Internacional observou um declínio no orçamento da educação e dos serviços de saúde com o aumento da repressão.

Entre 2013 e 2017, o orçamento da saúde, por exemplo, caiu para metade, levando, em particular, à escassez de medicamentos, explica a Amnistia Internacional.

Simultaneamente, "algumas pessoas que se manifestam contra a austeridade foram reprimidas e presas, algumas foram torturadas", disse a Amnistia, acrescentando que "desde meados de Março de 2018 o acesso a algumas redes sociais é limitado".

A organização não-governamental indica que se apoiou nas estatísticas das autoridades e deu o direito de resposta ao Governo, reconhecendo alguns esforços do executivo em matéria de saúde e educação.

Desde 2015, que o Chade sofre com os preços mais baixos do petróleo.

Para lidar com isso, o governo introduziu medidas de austeridade, incluindo um corte no rendimento dos funcionários públicos, em greve desde Maio, pela segunda vez este ano.

N'Djamena, capital do Chade, obteve ajuda financeira do Fundo Monetário Internacional, FMI, que recomendou, entre outras coisas, ao país para reduzir os seus encargos com salários. (RM-NM)

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