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Faltam negociar apenas 5% do acordo de Brexit, adianta Theresa May

Published in Breves
segunda, 22 outubro 2018 13:47

Apenas 5% do acordo de saída do Reino Unido da União Europeia ainda não estão negociados, pretende dizer esta segunda-feira a primeira-ministra britânica, Theresa May, numa tentativa de apaziguar os seus próprios deputados sobre os planos para o 'Brexit'.

 

May vai esta segunda-feira à Câmara dos Comuns, no parlamento britânico, informar os deputados sobre as discussões que tiveram lugar na semana passada no Conselho Europeu, em Bruxelas, incluindo sobre o que se discutiu sobre o 'Brexit'.

O gabinete da primeira-ministra adiantou que esta vai vincar que "a grande maioria" das questões está resolvida, incluindo o estatuto de Gibraltar, o território britânico no extremo da Península Ibérica que Espanha reivindica.

Ao mesmo tempo, a primeira-ministra publicou esta segunda-feira um texto no tabloide The Sun, onde avisa os leitores de que "as últimas etapas das negociações serão as mais difíceis de todas", mas garantindo que "a meta está à vista".

Porém, May enfrenta críticas dos seus opositores políticos, sobretudo no próprio Partido Conservador, relativamente à sua estratégia para a saída da UE e futuras relações com o bloco europeu.

A contestação subiu de tom desde que May sugeriu, na semana passada, que o Reino Unido poderia aceitar permanecer vinculado às regras da UE por dois anos ou mais durante um período de transição após a saída, em 29 de Março.

O principal obstáculo para um acordo tem sido encontrar uma maneira de evitar postos alfandegários e outras barreiras na fronteira entre a Irlanda do Norte, território britânico, e a Irlanda, país membro da UE.

Ambas as partes concordam que não devem haver fronteiras físicas que possam complicar os negócios de empresas e as vidas de residentes de ambos os lados e pôr em causa o processo de paz negociado para a Irlanda do Norte.

Bruxelas rejeitou a proposta de May para uma zona de comércio livre para bens e produtos alimentares com a UE e Londres rejeitou a solução europeia de manter a Irlanda do Norte no mercado único até ser concluído um entendimento para as relações comerciais.

O Conselho Europeu da semana passada terminou num impasse, mas tanto o governo britânico como os dirigentes europeus mostraram-se confiantes de que será possível fechar um acordo no outono para que os parlamentos britânicos e europeus possam aprová-lo antes do dia do 'Brexit'.

Na terça-feira, May preside a um conselho de ministros onde a ideia deverá de novo ser discutida com membros, como a ministra do Trabalho, Esther McVey, e o ministro do Interior, Sajid Javid, que, segundo o Daily Telegraph, manifestaram receios de que o Reino Unido fique amarrado indefinidamente à UE.

E na quarta-feira, realiza-se uma reunião do comité parlamentar do partido Conservador, onde se poderá discutir uma possível moção de censura à líder do partido e, caso fosse bem-sucedida, uma consequente eleição interna.

O espaço de manobra de May é limitado não só pela pressão dos conservadores pró-'Brexit', como pelo aliado norte-irlandês do governo, o Partido Democrata Unionista, que se opõe a qualquer compromisso com a UE e que já ameaçou votar contra o orçamento que será apresentado na próxima semana.

Contra a estratégia do governo de May estão também os deputados pró-UE, que querem manter laços estreitos com o bloco depois do 'Brexit', alguns dos quais defendem um novo referendo, a favor do qual cerca de 700 mil pessoas manifestaram-se este sábado em Londres.

Neste ambiente tenso, vários políticos já vieram alertar para a linguagem que tem sido usada contra a primeira-ministra, incluindo a rival Yvette Cooper, que denunciou os deputados que falam sob anonimato aos jornais, onde usam termos como "esfaquear".

"Esta é uma linguagem vil e desumana contra uma mulher deputada, contra uma primeira-ministra que, independentemente de se discordar dela ou não, é alguém que está a exercer um cargo público", afirmou esta segunda-feira a deputada trabalhista na rádio BBC 4. (RM-NM)

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