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Nasceu sem Ébola primeira bebé de doente infectada na RDCongo

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Published in Ciência & Tecnologia
sexta, 11 janeiro 2019 12:51
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A primeira bebé de uma doente de Ébola nasceu sem o vírus, no domingo, no Centro de Tratamento da cidade de Beni, divulgou o Ministério da Saúde da República Democrática do Congo.

 

A bebé, a quem foi dado o nome de Silvana, nasceu com 3,7 quilos de peso e, segundo as autoridades de saúde congolesas, "está bem de saúde e não foi contagiada pelo vírus do Ébola".

A mãe contraiu o vírus quando estava grávida e foi admitida no Centro de Tratamento de Beni em Dezembro, onde foi acompanhada até ao nascimento da bebé.

Quando a bebé nasceu, a progenitora tinha já sido declarada curada da doença.

Segundo os dados mais recentes das autoridades de saúde, o número de mortes devido ao surto de Ébola que assola o nordeste da RDC ascende a 383, com 335 casos confirmados laboratorialmente e 48 suspeitos.

Até 08 de Janeiro corrente, o número de casos de Ébola registados no país era de 628.

O surto foi declarado a 01 de agosto nas províncias do Kivu do Norte e Ituri e o controlo da epidemia está a ser dificultado pela recusa de algumas comunidades em receber tratamento e pela insegurança na zona, onde operam numerosos grupos armados.

Trata-se do segundo surto declarado em 2018 na RDCongo e é o pior na história do país em número de casos e de mortes, tendo superado o que se produziu, em finais de agosto de 1976, e que causou 280 mortos em 318 casos registados.

A Organização Mundial de Saúde está a tentar conter a propagação do vírus com a vacinação de mais de 54 mil pessoas em áreas em risco de infecção, na sua maioria nas cidades de Mabalako, Beni, Mandima, Katwa e Butembo.

O vírus Ébola é transmitido através de contacto directo com o sangue e fluidos corporais contaminados, causa febre hemorrágica e pode atingir uma taxa de mortalidade de 90 por cento, se não for tratado atempadamente.

A nível global o surto mais devastador aconteceu em Março de 2014 com casos registados na Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria.

Quase dois anos depois, em Janeiro de 2016, a OMS declarou o fim desta epidemia, durante a qual morreram 11.300 pessoas e foram contagiadas mais de 28.500, dados considerados conservadores pelas Nações Unidas. (RM-NM)

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