Top Ad
Millenium Bim
www.bimcom
A sua banca aqui consigo
Matola Gas Company
www.mgc.com
A força da energia limpa moçambiana!
×

Alerta

Falha ao carregar ficheiro XML

Moçambique: Economia deve crescer 1,8% em 2019 e 6% em 2020, diz FMI

Published in Economia
sexta, 17 maio 2019 22:33
Rate this item
(0 votes)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o crescimento da economia moçambicana caia de 3,8% previstos para este ano para 1,8%, devido aos ciclones, antevendo um ressalto para uma taxa de 6% em 2020, segundo uma análise hoje divulgada.

"Espera-se que o crescimento recupere e a inflação desacelere em 2020, graças aos esforços de reconstrução e condições de normalização dos sectores económicos mais afectados pelo ciclone", nomeadamente a agricultura, refere um relatório do Fundo, em linha com as previsões das autoridades do país.
O relatório surge a propósito da concessão de um financiamento de 118 milhões de dólares a Moçambique, livre de juros, anunciado em Abril, para permitir ao país enfrentar os efeitos do ciclone Idai, que atingiu o Centro do país em Março, matou 603 pessoas e afectou 1,5 milhões.
O FMI antevê depois taxas de crescimento de 4% em 2021 e 2022, previsões que sobem para 9,2% em 2023 e 11,5% em 2024 graças à exploração de gás natural.
Ou seja, a riqueza produzida por Moçambique deverá chegar este ano a 15.100 milhões de dólares, mas daqui por cinco anos prevê-se que seja dois terços maiores: 24.200 milhões de dólares.
O FMI prevê ainda que a inflação seja mais alta que o previsto este ano (8,5% em vez de 5,5%) devido ao "choque provocado pelo ciclone Idai na disponibilidade de alimentos na região da Beira, que representa cerca de um quinto do Índice de Preços do Consumidor".
Nos anos seguintes, deverá estabilizar em 5,5%, acrescenta.
A equipa do FMI que visitou Moçambique em Março e as autoridades do país "concordaram em apontar para um limite do défice fiscal primário, após doações, de 2,5% do PIB em 2019" e que deverá "ser eliminado a médio prazo, após um aumento inicial durante o topo dos gastos com assistência e reconstrução".
Prevê-se ainda que o défice da conta corrente, excluindo os gastos com mega projectos, "diminua a média prazo, apoiado por esforços de consolidação orçamental".
"Os riscos permanecem amplamente equilibrados", resume o FMI.
O fundo reitera algumas recomendações: "Abordar as vulnerabilidades de governação e corrupção de Moçambique terá potencialmente um impacto positivo sobre as perspectivas de crescimento inclusivo".
Medidas legislativas e institucionais "foram adoptadas e estão em andamento para fortalecer a boa governação, transparência e prestação de contas, mas é necessário mais trabalho".
Uma análise de sustentabilidade incluída nos documentos hoje divulgados nota que a dívida pública moçambicana continua no nível de ‘distress', ou seja, acima dos valores máximos prudenciais, mas com uma perspectiva "sustentável".
Estima-se que a dívida do sector público no final de 2018 tenha chegado a 110,5% do Produto Interno Bruto (PIB), mais 0,1 que em 2017, evoluindo para 117% em 2019 e 111,4% em 2020, sobretudo devido aos encargos do Estado ao entrar como sócio nos consórcios de petrolíferas internacionais que vão explorar o gás natural. (RM /Angop)

Read 202 times

Escolha do editor

Publicidade

Cultura

Sociedade

Rádios Online

Antena Nacional

EP Gaza

EP Sofala

RM Desporto

EP Nampula

Inquerito

O que acha do nosso novo website?

Meteorologia

Maputo, MZ

Programação

Contacto

Direcção de Informação: email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.; Fixo 21 42 99 08, Fax 21 42 98 26 | Rua da Radio N 2, P.O.Box 2000 | Rádio Moçambique, EP

Conecte-se Connosco