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Guterres pede ao Irão que continue a aplicar acordo nuclear

Published in Política
terça, 18 junho 2019 08:32
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O secretário-geral da ONU pediu, esta segunda-feira, ao Irão para continuar a aplicar os compromissos assumidos no acordo nuclear de 2015, horas depois de Teerão ter anunciado que irá ultrapassar em breve os limites das reservas de urânio enriquecido.

O secretário-geral [António Guterres] encoraja o Irão a continuar a aplicar os seus compromissos em matéria nuclear e apela a todos os participantes a respeitarem plenamente os respectivos compromissos e aos outros Estados-Membros a apoiarem a aplicação" do acordo de 2015, afirmou o porta-voz do líder das Nações Unidas, Stéphane Dujarric, na habitual conferência de imprensa diária.
O Irão anunciou que as suas reservas de urânio enriquecido ultrapassarão o limite imposto pelo acordo a partir de 27 de Junho.
"Hoje começou a contagem regressiva para ultrapassar os 300 quilos de reservas enriquecidas de urânio e daqui a 10 dias, ou seja, em 27 de Junho, vamos ultrapassar esse limite", disse o porta-voz da Organização iraniana de Energia Atómica, Behrouz Kamalvandi, numa conferência de imprensa transmitida pela televisão estatal iraniana.
O acordo nuclear assinado em 2015 com o chamado grupo 5+1 (os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia -- mais a Alemanha) determina que o Irão deve exportar os excedentes de urânio e água pesada quando estes ultrapassam os 300 quilogramas e as 130 toneladas, respectivamente, para impedir o desenvolvimento da bomba atómica.
Em declarações aos jornalistas, Stéphane Dujarric referiu que o secretário-geral da ONU apela "a todas as partes a evitarem qualquer acção que possa levar a uma maior escalada das tensões na região".
António Guterres sempre considerou que o acordo de 2015, assinado em Viena com o intuito de limitar o programa nuclear da República Islâmica em troca de um levantamento de sanções contra o país, "representa uma grande conquista nas áreas da não-proliferação nuclear e da diplomacia".
"O acordo contribuiu para a paz e para a segurança internacionais", insistiu Stéphane Dujarric.
Em Maio de 2018, os Estados Unidos retiraram-se unilateralmente do acordo, classificado pelo Presidente norte-americano Donald Trump como "muito mau", e restabeleceram pesadas sanções contra Teerão, que vem pressionando os restantes parceiros para o ajudarem a atenuar os efeitos devastadores para a sua economia.
Até agora, a Agência Internacional de Energia Atómica certificou que o Irão tem respeitado os compromissos feitos em Viena.
Incidentes recentemente ocorridos no Golfo de Omã, junto ao Estreito de Ormuz, ao largo do Irão, têm vindo a acentuar a tensão entre Washington e Teerão.
Na quinta-feira passada, dois petroleiros, um norueguês e outro japonês, foram atacados quando navegavam nesta área, considerada como vital para o tráfego mundial de petróleo.
Os Estados Unidos acusaram o Irão dos ataques e Teerão negou qualquer responsabilidade nos incidentes. (RM /NMinuto)

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