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Tensão entre Irão e EUA volta a escalar com derrube de 'drone'

Published in Política
quinta, 27 junho 2019 10:48
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A tensão entre o Irão e os Estados Unidos voltou a aumentar, esta quinta-feira, com o derrube de um 'drone' [aparelho aéreo não-tripulado] norte-americano pelos iranianos, que levou Washington a preparar ataques aéreos retaliatórios, cancelados à última hora.

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse hoje que a União Europeia "está a acompanhar a situação de perto e preocupada com a tensão na região do Golfo Pérsico".
Esta quinta-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, avisou os Estados Unidos para as consequências do uso da força contra o Irão, depois do seu homólogo norte-americano, Donald Trump, ter escrito na rede social Twitter: "O Irão cometeu um enorme erro".
O Irão alega que o avião não tripulado de vigilância norte-americano estava em espaço aéreo iraniano e que foi alertado várias vezes antes de ser lançado um míssil contra ele.
Os Estados Unidos afirmam que o 'drone' foi abatido no espaço aéreo internacional no estreito de Ormuz, onde na semana passada dois petroleiros foram alvo de ataques, atribuídos por Washington a Teerão, que desmente.
Responsáveis da administração norte-americana que não quiseram ser identificados disseram ao jornal New York Times e à agência Associated Press que os Estados Unidos prepararam um ataque militar contra o Irão em retaliação pelo abate do 'drone', mas que a operação foi cancelada repentinamente.
Os alvos do ataque aéreo incluiriam radares e baterias de mísseis iranianos, segundo aquelas fontes.
Trump disse hoje no Twitter que suspendeu os ataques, que deviam visar três locais, "10 minutos" antes da hora marcada, por ter sido informado que causariam "150 mortos", o que considerou desproporcionado em relação ao derrube de um 'drone' da Marinha norte-americana.
A Alemanha indicou apoiar esta decisão do Presidente dos Estados Unidos por mostrar que Trump "quis evitar um confronto militar".
"Nós apoiamos qualquer passo que possa contribuir para o desagravamento", declarou aos jornalistas uma porta-voz da chanceler Angela Merkel.
Os Negócios Estrangeiros iranianos disseram hoje ter "provas irrefutáveis" de que o 'drone' violou espaço aéreo iraniano, depois de na quinta-feira, o chefe da diplomacia, Mohammad Javad Zarif, indicar que Teerão pretende levar o caso "perante a ONU" para demonstrar que "os Estados Unidos mentem".
Numa reacção ao aumento da tensão no Golfo, várias companhias aéreas dos Estados Unidos, mas também a holandesa KLM, a britânica British Airways, a alemã Lufthansa, a australiana Qantas, Singapura Airlines, Emirates e Malaysia Airlines, decidiram evitar sobrevoar a zona onde o 'drone' foi abatido.
A Marinha indiana, por seu turno, enviou dois navios de guerra para o Golfo de Omã, para realizar operações de segurança, como a escolta de navios comerciais indianos. Aeronaves militares indianas também vigiam a zona.
Um quinto do consumo mundial de petróleo e um terço do que transita por via marítima no mundo passa pelo estreito de Ormuz. Um quarto do comércio mundial de gás natural liquefeito também passa pelo estreito.
A crispação entre Washington e Teerão tem vindo a aumentar desde que os Estados Unidos se retiraram unilateralmente em maio de 2018 do acordo internacional sobre o nuclear iraniano e restabeleceram duras sanções que arruínam a economia iraniana. (RM /NMinuto)

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