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Parceria entre Standard Bank e ICB possibilita maior investimento chinês em Moçambique Featured

Published in Economia
quarta, 10 janeiro 2018 15:27
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O Standard Bank e o Banco Comercial e Industrial da China (ICBC) realizaram segunda-feira, 29 de Maio, um seminário para dar a conhecer os serviços bancários e soluções de financiamento que têm a oferecer aos empresários e investidores chineses em Moçambique.  A parceria entre os dois bancos tem como objectivo alavancar o investimento daquele país asiático em Moçambique, através do financiamento ou oferta de serviços

bancários inovadores, que tornam as operações mais fáceis.

 

Conforme explicou o membro do Conselho de Administração do Standard Bank, António Macamo, com esta parceria, “os operadores chineses que necessitam de apoio financeiro em Moçambique passam a tê-lo com mais facilidade. Esta união vem conferir mais comodidade e simplificar as operações”.

Uma das vantagens oferecidas pelo Standard Bank é o facto de ter, na sua vasta equipa, especialistas em diversas áreas, tais como petróleo e gás, agricultura, infraestruturas, entre outras, que podem dar suporte aos investidores chineses.

Por seu turno, o representante do ICBC, Lubin Wang, referiu que a implementação das iniciativas de empresários chineses em Moçambique passará a ser mais célere, o que vai incrementar os níveis de cooperação económica entre os dois países.

“O ICBC é o maior banco comercial da China e o Grupo Standard Bank é o maior de África, e esta parceria vai tornar o investimento em Moçambique mais cómodo e fácil, dada a experiência de ambas as instituições”, afirmou Lubin Wang. 

Já o embaixador chinês em Moçambique, Jian Su, considerou que a parceria entre o Standard Bank e o ICBC afigura-se como importante para a cooperação económica entre os dois países, cujos governos estão a desenvolver uma iniciativa virada para os sectores produtivos.

“A iniciativa consiste na transferência da nossa tecnologia para promover a industrialização de Moçambique, e, para tal, é necessário que haja bancos preparados para prestar apoio financeiro, daí a importância desta parceria, que constitui uma oportunidade de financiamento para os empresários chineses”, disse o embaixador.

O valor global do investimento chinês em Moçambique ronda os 6.7 biliões de dólares norte-americanos, sendo que o volume das trocas comerciais entre os dois países cresceu 4% no primeiro trimestre de 2017, à semelhança das exportações para a China, que aumentaram 15.1%. 

Siemens imprime em 3D as pás de turbinas a gás

A Siemens concluiu os primeiros ensaios a pás inteiramente construídas com recurso à tecnologia de manufactura aditiva. Nestes ensaios em condições reais, a empresa validou com sucesso múltiplas pás de turbina construídas por processo 3D com base no design de uma pá convencional. Além disso, foram realizados testes com pás com um novo design que tem uma geometria totalmente revista e optimizada. Isto significa que os componentes foram ensaiados a 13.000 rotações por minuto e a temperaturas para além de 1.250°C.

A equipa do projecto utilizou pás fabricadas na sua unidade de impressão 3D na Materials Solutions, uma empresa recém-adquirida localizada em Worcester, no Reino Unido. Os testes foram realizados na unidade de testes da Siemens na fábrica de turbinas a gás industriais em Lincoln, no Reino Unido.

A manufactura aditiva é um processo que constrói peças camada por camada a partir de modelos CAD fatiados para criar objectos sólidos. Também conhecida como 'impressão 3D', oferece sobretudo benefícios na prototipagem rápida.

Rui Marques, CEO da Siemens Moçambique, refere a importância deste avanço tecnológico para países como Moçambique “onde a flexibilidade é fundamental, podendo oferecer aos responsáveis da área de energia a melhor solução, mais rapidamente”.

A Siemens está a desenvolver designs únicos de turbinas a gás, designs esses que só são possíveis graças à tecnologia de impressão 3D, e tem vindo a alargar a sua produção em série para componentes de turbina impressos.

Em Fevereiro de 2016, a Siemens inaugurou uma nova unidade de produção de componentes impressos em 3D em Finspång, na Suécia. O primeiro componente impresso em 3D para uma turbina a gás industrial da Siemens está em operação comercial desde Julho de 2016.

Sobre a Siemens, sabe-se que tem actividade em Moçambique desde os anos cinquenta estando envolvida em projectos de grande importância para o País, nas áreas da energia, indústria, mobilidade, infraestruturas e saúde, de que são exemplo a Central Hidroélectrica de Cahora Bassa ou o projecto do Corredor de Nacala, entre muitos outros. A Empresa tem investido na sua presença em Moçambique contribuindo directamente no desenvolvimento tecnológico, social e económico do País.

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