
O governo afirma que os mais de 18 mil funcionários tidos como fantasmas não representam nenhum encargo financeiro ao Estado.
Um comunicado do Ministério das Finanças recebido na nossa Redacção indica que os mesmos foram suspensos da folha de salários de forma gradual, à medida que faltavam à obrigação de realizar a prova de vida anual.
O documento indica que o Governo tem vindo a implementar medidas inovadoras para melhorar e garantir a eficiência na gestão dos recursos humanos do Estado, uma das quais é o Sistema Nacional de Gestão de Recursos Humanos.
O sistema informático assegura o controlo do ciclo de vida dos funcionários e agentes do Estado, desde a sua admissão até à sua desvinculação, podendo ser por aposentação, demissão, expulsão, exoneração, licença ilimitada ou morte.
Para além desse controlo automático por via da prova de vida biométrica, antes da geração da folha de salários, cada gestor de recursos humanos deve registar a efectividade dos seus funcionários, e outras informações relevantes. (RM)



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