
A Administração Nacional de Estradas (ANE) apela aos utentes da Estrada Nacional número Um (EN1) a reprogramarem as suas viagens na sequência da interrupção da circulação de veículos na rodovia.
Em causa está a subida dos níveis do caudal da bacia hidrográfica de Incomáti, onde as águas galgaram a EN1 numa extensão de cerca de quatro quilómetros no troço entre 3 de Fevereiro e Incoluane.
O director-geral adjunto da ANE, Miguel Coanai, avançou que devido a esta situação, neste momento não é possível a ligação rodoviária entre a província de Maputo com o resto do país.
“Continuamos a fazer a monitoria das condições. Nos próximos tempos vamos fazer uma avaliação nas nossas pontes, aquedutos para verificar se não sofreram alguma intra escavação ou precisam de alguma intervenção de forma a assegurar a sua integridade“, frisou.
Miguel Coanai falava, este sábado, após visitar o troço Incoluane/3 de Fevereiro, na província de Maputo para se inteirar da real situação da Estrada Nacional número Um.
Centenas de viaturas retidas em Magul
Centenas de viaturas estão retiradas desde as 11 horas deste sábado, na localidade de Magul, distrito de Bilene, na província de Gaza, em consequência da subida do caudal do rio Incomáti, cujas águas galgaram a Estrada Nacional número 1 (EN1), no troço Incoluane/3 de Fevereiro.
Neste momento não há comunicação rodoviária entre as províncias de Gaza e Maputo através desta estrada. No local registam-se filas de quase dois quilómetros de viaturas que fazem trajecto nos dois sentidos.
O desespero é maior, sobretudo dos passageiros de alguns autocarros que não sabem onde pernoitar.
A situação trouxe umas oportunidades de negócios para alguns empreendedores, e proprietários de barracas que confeccionam refeições na localidade de Magul. (RM/ NOTÍCIAS)



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