
A empresa Mozal confirma que a fundição de alumínio foi, desde ontem, colocada em regime de conservação e manutenção, devido à incapacidade de garantir fornecimento de energia eléctrica suficiente e a preços competitivos.
Em comunicado divulgado, hoje, a Mozal explica que houve negociações para estender o prazo do acordo de fornecimento energético, não se tendo alcançado entendimentos sobre tarifas que assegurassem a competitividade internacional da fundição.
O documento refere ainda que o processo foi também condicionado pela seca que afecta a Hidroeléctrica de Cahora Bassa de onde provinha grande parte da energia consumida pela unidade industrial.
O Vice-presidente de operações da Mozal, Samuel Gudo, destaca, na mesma nota, que os últimos seis anos foram marcados por contactos com o governo, a empresa sul-africana de energia Eskom e outros intervenientes, visando encontrar uma solução energética viável.
O acordo de fornecimento de energia eléctrica que garantia o funcionamento da Mozal expirou, este mês. (RM)



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