
A Polícia Judiciária Portuguesa confirma que a morte do cidadão português Pedro Ferraz, administrador financeiro do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), foi resultado de um suicídio e não de assassinato.
A informação foi avançada durante uma conferência de imprensa conjunta entre a Polícia Judiciária e o Serviço Nacional de Investigação Criminal, o SERNIC.
Segundo o inspector da Polícia Judiciária portuguesa, Santos Martins, todos os elementos analisados convergem para a mesma conclusão, não restando dúvidas de que se tratou de um suicídio.
Pedro Ferraz, administrador do banco BCI, subsidiária em Moçambique do grupo português Caixa Geral de Depósitos e do também português BPI, suicidou-se numa casa de banho pública, num dos hotéis da capital do país, no dia 19 de Janeiro corrente. (RM)



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