Dívidas não declaradas: Tribunal demostra factos que comprovam prática de crimes

Publicado: 01/12/2022, 13:50
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O Tribunal Judicial da cidade de Maputo, apresentou esta quinta-feira os factos que comprovam a prática do Crime de Influencia pelo réu Armando Ndambi Gubuza, no âmbito da implementação do Projecto de Protecção da Zona Econômica Exclusiva de Moçambique.

O Juiz da Causa Efigênio Baptista, mostrou em detalhes que dos factos fica provado que o réu Armando Ndambi Guebuza, usou da influência que tem perante o pai, neste caso o antigo Presidente da República, Armando Emilio Guebuza, para fazer avançar o projecto de Protecção da Zona Econômica Exclusiva de Moçambique.

Com o foco na demonstração de factos que comprovam que houve crimes de associação para delinquir, o tribunal entende que ficou provado que os réus Gregório Leão e Cipriano Mutota eram sócios numa empresa denominada MULEPE que foi criada depois de Gregório Leão se tornar director geral do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SISE).

O juiz também demonstrou que Ângela Leão está, efectivamente, casada com Gregório Leão e que os réus Mutota, Leão, Rosário e Ângela eram sócios numa segunda empresa conhecida por JACIR.

Nos factos não provados Efigênio Baptista mostrou não ser verdade que houve ameaças do réu Bruno Langa pelo Procurador Alberto Paulo durante a instrução Preparatória do processo.

O veredicto que está a ser lido pelo juiz Efigénio Baptista indica a ligação entre todos os réus.

O veredicto que está a ser lido pelo juiz Efigénio Baptista indica a ligação entre todos os réus., nesta fase aponta que o réu Bruno Langa foi colega de escola de Ndambi Guebuza.

Demonstrou também que ficou provado no julgamento que Khessaujee Pulshand Fabião Mabunda que também foram colegas de faculdade de engenharia.

Depois apontou que há ligação entre os réus Khessaujee, Simione Mahumane e Naimo Quimbine que eram colegas na Africâmbios

Diante se referiu à ligação da ré Ângela Leão com Fabião Mabunda e Crimildo Manjate, este último que forneceu materiais de construção à Ângela Leão através da empresa Dinis Alumínios e ainda da ligação entre Ângela Leão e Fabião Mabunda com Sidónio Sitoe.

Quanto ao antigo assessor político do então Presidente Armando Guebuza, Renato Matusse, o juiz Efigénio Baptista disse que este tinha uma ligação com Jean Boustany e que terá mentido ao tribunal quando disse que não sabia que Jean Boustany estava ligado à Privinvest. (RM)

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