
O ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, considera que o lançamento esta manhã, do casco da plataforma Coral Norte FLNG ao mar, representa um marco de grande relevo no ciclo da implementação do projecto Coral Norte, simbolizando a conclusão da construção da infra-estrutura principal da unidade flutuante e o início da fase de integração dos módulos dos sistemas de produção e processamento do Gás Natural.
Estevão Pale falava, esta manhã, em Geoje, na Coreia do Sul, durante a cerimónia que marcou o lançamento oficial do casco ao mar, uma fase essencial para o início da integração de outros componentes que permitirão a produção, processamento e liquefacção do gás natural, a partir de 2028, através da segunda plataforma a ser ancorada na Bacia sedimentar do Rovuma, em Cabo Delgado.
Durante a cerimónia, o Chefe de operações da Eni a nível global, Guido Brusco, disse que o projecto Coral Norte FLNG, realçará as características distintivas da Eni, a excelência em pesquisa, que lhe permite encontrar grandes volumes de reservas naturais e a capacidade de colocá-los em produção em tempo útil graças a um desenvolvimento rápido, económico e seguro.
Com uma capacidade de liquefacção de aproximadamente 3,6 milhões de toneladas por ano, o Coral Norte FLNG duplicará a produção total de GNL de Moçambique para sete milhões de toneladas por ano. Este marco posicionará o país como o terceiro produtor e exportador de gás natural liquefeito em África, reforçando o seu papel como um actor fundamental no mercado energético global. (RM /NOTÍCIA)



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