
Moçambique defende o reforço da voz africana nas decisões económicas e financeiras internacionais, num contexto global marcado por incertezas e choques económicos.
A posição foi defendida, hoje, na Tailândia, pela Ministra das Finanças, Carla Loveira, na reunião da Primeira Constituência Africana junto do Fundo Monetário Internacional, FMI.
O encontro serviu para analisar os desafios das políticas monetária e fiscal e avaliar o trabalho do director executivo cessante, Adriano Ubisse, na defesa dos interesses dos países africanos.
Na ocasião, Carla Loveira destacou o compromisso e a dedicação de Adriano Ubisse durante o exercício das suas funções. O cargo passa agora a ser ocupado pelo angolano Pedro Castro Silva, que desempenhou as funções de director executivo suplente entre 2024 e 2026. (RM)



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