O acordo assinado em 2018 é valido por vinte e cinco anos, período considerado suficiente para a restauração ecológica.
No presente ano são mais de quatro milhões de dólares que estão a ser aplicados na construção de infra-estruturas de apoio, contratação de fiscais e aquisição de meios circulantes para garantir a fiscalização.
O representante do African Parque em Moçambique e gestor das operações no Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto, Pablo Schapiers, diz que pretende-se que no futuro esta área de conservação, seja sustentável.
African Parque trabalha em onze países incluindo Moçambique num total de dezanove parques e no presente ano vai desembolsar cerca de noventa milhões de dólares. (RM)
