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O Presidente da República, Filipe Nyusi, reitera a necessidade de eliminar o terrorismo em Cabo Delgado, privilegiando medidas holísticas e multissectoriais, de modo a instalar no pais e na região austral de África, um ambiente de paz e tranquilidade que garanta o fluxo de investimentos e comércio.

O Presidente da República e Presidente em Exercício da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Filipe Nyusi, disse hoje que o ambiente de negócios em Moçambique e na maioria dos Estados membros do bloco regional, continua estável.

O país registou, nas últimas 24 horas, mais 34 óbitos em pacientes infectados pela covid-19 e 1.703 novos casos de infecção da doença.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, participa, esta terça-feira, em formato virtual, na XIII Cimeira de Negócios Estados Unidos da América-África.

Moçambique registou mais 25 óbitos em pacientes infectados pela covid-19 e 1.435 casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

No país, mais de 826 mil pessoas encontram-se deslocadas devido aos ataques terroristas no norte da província de Cabo Delgado.

Como resultado dos ataques terroristas, mais de duas mil pessoas morreram de 123 mil alunos estão fora das escolas, tendo forçado ao encerramento de 219 estabelecimentos de ensino.

Os dados foram partilhados, este domingo, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, que falou igualmente do apoio militar estrangeiro para o teatro operacional norte.

Falando na comunicação à nação, que tinha como objectivo dar a conhecer a situação do terrorismo em Cabo delgado, Filipe Nyusi explicou que o país tem a prerrogativa de solicitar apoio de qualquer parceiro bilateral, fora da região da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

“ No quadro do exercício da nossa soberania, solicitamos o apoio ao Ruanda pela sua experiência e disponibilidade imediata numa situação em que cada dia que passa, morrem mais moçambicanos inocentes e muitas famílias vivem de dor em Cabo Delgado e em Moçambique em geral. Portanto, com o apoio disponível presente, não nos daremos ao luxo de deixar vidas a se perder. Um contingente ruandês integrando uma componente militar e policial está no nosso país desde o dia 9 de Julho de 2021. Por outro lado, ao abrigo do acordo de cooperação que existe com o Ruanda, dessa há década de 1990, celebramos um memorando de entendimento com o governo da República do Ruanda sobre a cooperação do sector da Defesa e Segurança e o acordo relativo ao estatuto de Força de apoio no combate ao terrorismo em Moçambique. Portanto, as forças do Ruanda estão no nosso país, ao abrigo do acordo bilateral entre os nossos dois países no âmbito da segurança. A participação do Ruanda enquadra-se no princípio de solidariedade para uma causa nobre e comum, por isso, não tem preço, pois trata-se de salvar vidas humana e evitar a decapitação de pessoas em Cabo Delgado e a destruição de bens e infra-estruturas públicas e privadas, não apenas com intenções ou com estudos ”, disse.

O Presidente da República explicou que o mandato das forças estrangeiras é de ajudar as Forças de Defesa e Segurança a restaurar a segurança e tranquilidade e permitir a retoma da normalidade para consolidar a paz definitiva no país.

Filipe Nyusi disse que a acção dos terroristas causou danos também na área económica forçando a paralisação das actividades da multinacional TOTAL. Afectou igualmente 28 empresas fornecedoras de bens e serviços, suspendeu um investimento previsto de 116 milhões de dólares, interrompeu projectos de exploração mineira e deixou vulnerável a agricultura, em Cabo Delgado (RM)

O país registou, nas últimas 24 horas, mais 25 mortes devido à covid-19, dos quais 17 são do sexo masculino e 8 do sexo feminino, com idades que variam entre 22 e 92 anos, anunciou hoje o Ministério da Saúde

O Presidente da República profere, este domingo, pelas 19:00 horas, uma comunicação à Nação para abordar a situação do terrorismo que assola a região norte da província de Cabo Delgado.

Mais 25 pessoas morreram vítimas da covid-19, nas últimas 24 horas em todo o país, indica um comunicado do Ministério da Saúde recebido, este sábado, na nossa redacção.

O país registou, nas últimas 24 horas, mais 11 óbitos em pacientes infectados pela covid-19, elevando o cumulativo de mortes para 1.232.

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