
O Presidente da República, Daniel Chapo, estreia-se na literatura com o lançamento da autobiografia, intitulada “Do Cativeiro à Presidência da República”, em cerimónia a ter lugar hoje, na cidade de Maputo.
A receita resultante da venda da obra será destinada às vítimas das cheias e inundações que assolam o país e outras actividades sociais e humanitárias.
A obra constitui um testemunho do percurso pessoal de Daniel Chapo, retratando os desafios e experiências vividas até ao exercício das mais altas funções na Administração Pública da República de Moçambique.
No livro, Chapo partilha reflexões profundas sobre as adversidades, a persistência, quedas e a superação, conferindo à obra uma dimensão inspiradora, particularmente à juventude moçambicana e à sociedade em geral.
Segundo uma nota de imprensa partilhada, trata-se de um retrato humano e aprofundado do percurso de vida de Daniel Chapo, mostrando as suas batalhas pessoais, vitórias e acima de tudo o antídoto que guiou a sua jornada de vida.
Destaca-se, igualmente, a importância da educação, disciplina e integridade como pilares fundamentais da sua formação pessoal, cívica e profissional.
A narrativa percorre também a sua entrada, muito jovem, na gestão pública, evidenciando o contacto directo com a realidade da administração do Estado, as exigências do serviço público e as responsabilidades inerentes à governação, num contexto nacional complexo e em permanente transformação.
Um dos momentos mais marcantes da obra é o relato do período em que o autor foi obrigado a viver em cativeiro durante a Guerra dos 16 anos.
Este episódio é apresentado como uma experiência extrema de provação humana e resistência que influenciou a sua visão sobre a necessidade da paz, reconciliação nacional e do diálogo, como pilares fundamentais para a concórdia e preservação da unidade do Estado moçambicano.
Com a publicação do livro “Do Cativeiro à Presidência da República”, Daniel Chapo pretende contribuir para a preservação da memória histórica nacional, o enriquecimento do pensamento político contemporâneo e a promoção de valores de cidadania, resiliência e esperança.
No âmbito do seu espírito humano, solidário, empatia e amor ao próximo, o autor decidiu que os fundos resultantes da venda do livro serão revertidos a favor das vítimas das cheias que assolam o país e outras actividades sociais e humanitárias. (RM /NOTÍCIAS)



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