Esta 2ª feira: Moçambicano acusado de assassinar antigo DJ e empresário sul-africano volta ao Tribunal de Magistrados de Joanesburgo

Publicado: 08/02/2026, 21:35
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Mçambicano acusado de assassinar antigo DJ, apresentador de rádio e televisão, podcaster e empresário sul-africano volta, esta segunda-feira, ao Tribunal de Magistrados de Joanesburgo.

Trata-se de Armindo Pacula, o moçambicano de 25 anos que enfrenta acusações de homicídio, conspiração para cometer homicídio e violação da Lei de Imigração, no caso que envolve a morte do sul-africano Warrick Stock.

Ele foi detido no passado dia 30 de Janeiro, no assentamento informal de Marathon, em Primrose, na zona de East Rand. A operação foi dirigida pela unidade de investigação da província sul-africana de Gauteng.

A polícia acredita que Armindo Pacula foi o autor dos disparos que a 16 de Dezembro do ano passado tiraram a vida do famoso DJ e apresentador sul-africano, Warrick Stock, popularmente conhecido como DJ Warras.

Seis dias depois do bárbaro assassinato, foi detido Victor Majola, operador do ramo de transporte semi-colectivo de passageiros. Este é tido como o orquestrador do plano que culminou com a morte do DJ Warras.

Logo após o cometimento deste crime que chocou a sociedade sul-africana, Armindo Pacula terá fugido para Moçambique.
Suspeita-se que tenha regressado á terra do rand, no inicio deste ano, tendo sido preso a 30 de Janeiro.

No passado dia 2 de Fevereiro corrente, Pacula teve a primeira aparição no Tribunal de Magistrados de Joanesburgo, tendo o caso sido adiado para esta segunda-feira.
Ao que foi apurado, Pacula não vai avançar com um pedido de liberdade provisória sob termo de identidade e residência e nem mesmo sob fiança, devido á sua condição de imigrante ilegal.

Uma coisa é certa: o caso de Armindo Pacula está a ser acompanhado, de perto, pelas autoridades consulares de Moçambique, na África do Sul.

Uma equipa, que integra o Cônsul Geral de Moçambique em Joanesburgo, Guilherme Tamele, e o Conselheiro de Assuntos policiais, na Embaixada de Moçambique, em Pretória, General Abel Nuro, estará presente no Tribunal de Magistrados de Joanesburgo.

Em Dezembro do ano passado, dois moçambicanos foram detidos na África do Sul, em conexão com o assassinato, a tiro, de dois polícias, em Joanesburgo.
Na altura, as autoridades sul-africanas disseram que conseguiram recuperar as armas de fogo que tinham sido roubadas dos polícias mortos. (RM Johannesburg)

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