
Dezenas de sul-africanos, residentes em EKURHULENI, na província de Gauteng, marcharam, ontem, para exigir oportunidades de emprego, em empresas que alegadamente priorizam trabalhadores estrangeiros.
No domingo, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, deixou claro que somente as forças da Lei e da Ordem têm o direito de exigir documentos de identificação a quem quer que seja, e enumerou cinco medidas que o Governo vai implementar para lidar com o fenómeno da imigração ilegal.
A líder do movimento March and March, Jacinta Ngobese-Zuma, afirmou, no entanto, que as medidas são impraticáveis.
Os manifestantes dirigiram-se, também, a uma empresa de logística, em Boksburg, para exigir a demissão imediata de trabalhadores estrangeiros. (RM)



Bem-vindo ao nosso Centro de Subscrição de Newsletters Informativos. Subscreva no formulário abaixo para receber as últimas notícias e actualizações da Rádio Moçambique.