
O Tribunal de Pretória, na África do Sul, inicia hoje as audições dos doze oficiais superiores da Polícia, indiciados nos crimes de corrupção, fraude e violação da Lei de Gestão de Finanças Públicas.
Os suspeitos foram detidos em conexão com a concessão de um contrato de 320 milhões de rands, pouco mais de mil milhões de meticais, destinados a um programa de prestação de serviços de saúde e bem-estar dos agentes da polícia.
A empresa ligada ao contrato pertence a um empresário, indiciado de liderar o crime organizado na África do Sul e que está preso, desde maio do ano passado, para responder a 25 acusações, que incluem tentativa de homicídio, conspiração para cometer homicídio e branqueamento de capitais. (RM)



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