Variante indiana da Covid-19 presente em 44 países, diz OMS

Publicado: 12/05/2021, 6:16
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, esta terça-feira, ter detectado a variante, responsável pelo surto de casos da covid-19 na Índia, em dezenas de outros países de todo o mundo.

A variante B.1.617, que apareceu pela primeira vez na Índia em Outubro, foi detectada em "44 países nas seis regiões da OMS", disse a OMS, que acrescentou ter recebido "notificações de detecção em cinco outros países".
Além da Índia, o maior número de casos de infecção com a variante B.1.617 foi detectado no Reino Unido.
Esta semana, a OMS classificou esta variante do novo coronavírus como "de preocupação ou de interesse global" por estudos indicarem ser mais contagiosa do que o vírus original.
Apontada como uma das razões para o surto na Índia, o pior no mundo neste momento, a variante B.1.617 juntou-se à lista de três outras, que apareceram pela primeira vez no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul.
Estas variantes são consideradas mais perigosas do que a versão original do SARS-CoV-2 por serem mais contagiosas, mortais ou resistentes a certas vacinas.
De acordo com estatísticas oficiais, cerca de quatro mil pessoas estão a morrer todos os dias devido à covid-19 na Índia, onde o número total de mortos se aproxima dos 250 mil.
Na segunda-feira, a líder técnica da resposta à covid-19 na OMS, a epidemiologista Maria Van Kerkhove, adiantou que são necessários mais estudos epidemiológicos e de sequenciação genética da variante com origem na Índia, muito embora até ao momento "nada sugere que vacinas, tratamentos e diagnósticos não funcionem com esta variante".
"As informações que temos indicam que as medidas de saúde pública funcionam", acrescentou.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.306.037 mortos no mundo, resultantes de mais de 158,8 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. (RM /NMinuto)

Jerusalém: Forças israelitas anunciam novo ataque contra Gaza
As forças armadas israelitas anunciaram, esta terça-feira, ter realizado um novo ataque contra a Faixa de Gaza, enclave palestiniano onde o Hamas, no poder, indicou que a sede da polícia foi destruída.
As forças israelitas indicaram ter "concluído uma série de ataques, que atingiram casas de responsáveis" do movimento de resistência islâmica Hamas.
O grupo armado palestiniano afirmou que estes ataques sucessivos tinham destruído a sede da polícia.
Esta manhã, o Hamas anunciou ter disparado mais de 200 foguetes contra Israel em resposta aos ataques israelitas contra um edifício no centro do enclave palestiniano.
O braço armado do Hamas indicou ter disparado "110 foguetes contra a metrópole de Telavive" e "100 foguetes" contra a cidade de Beersheva, "em retaliação pelo reinício dos ataques contra edifícios habitados por civis", de acordo com uma declaração.
Também a Jihad Islâmica, o segundo maior grupo armado palestiniano na Faixa de Gaza, anunciou hoje ter disparado 100 foguetes do enclave palestiniano contra Israel.
"Às 05:00 da manhã locais desencadeamos um ataque poderoso contra o inimigo [israelita], com 100 mísseis disparados em resposta aos ataques contra edifícios e civis", indicou o grupo armado, que registou a morte de pelo menos dois comandantes nos ataques do exército israelita.
Pelo menos 35 pessoas foram mortas nos ataques israelitas em Gaza e 230 ficaram feridas, indicaram as autoridades locais.
Os ataques palestinianos causaram, desde segunda-feira, três mortos e dezenas de feridos israelitas.
Militares israelitas disseram que mais de 600 foguetes foram disparados desde segunda-feira de Gaza para Israel, principalmente pelo Hamas e pela Jihad Islâmica.
A violência surgiu, em parte, devido à ameaça de expulsões de palestinianos de Jerusalém Oriental, em benefício dos colonos israelitas.
Dos confrontos iniciais entre manifestantes palestinianos e polícias israelitas, particularmente em redor da mesquita de Al-Aqsa, seguiram-se os ataques com foguetes do Hamas contra o Estado judeu e a resposta das forças de defesa israelitas contra a Faixa de Gaza. (RM /NMinuto)

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