
Estão suspensas as obras de construção de ciclovias e passadeiras, designadas ilhas de refúgio, em Quelimane, na Zambézia, por decisão da Procuradoria provincial .
A decisão surge na sequência da reclamação dos automobilistas, ciclistas e outros utentes da via.
“ Aquele estrada ali do Mercado Central, não é boa coisa, dá para destruir mesmo. Não está bem. Mesmo aqueles carros grandes não conseguem passar bem, a estrada fica mais pequena….. Seria bom aquilo só que por causa da nossa estrada que é pequena. Aquilo não está a favorecer porque a estrada é pequena; não está a favorecer nada, vai criar muitos acidentes porque não temos como andar ali e também cria muita confusão por que a estrada é muito pequena”, disseram alguns entrevistados.
O delegado do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, na Zambézia, Júlio André, também está de acordo com as reclamações e descreve as ciclovias de Quelimane como aberração
“ Lá nos países europeus, ocidentes, mais desenvolvidos, encontras uma coisa daquelas; aquilo é uma aberração e uma situação que não se deve aceitar na sociedade normal. Podemos ir buscar quaisquer dicionários para justificar o que se quer, mas lamentamos aquela situação. Esperamos que um dia não tenhamos que sentar para ver as consequências mas o mais prudente, neste momento, era remover aqueles obstáculos que claramente estão na via pública, no centro da estrada e que dificultam sobremaneira qualquer tipo de manobra” ,frisou.



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