
A dívida pública externa do país, decresceu ano passado, em cerca de 0.6 por cento.
Este decréscimo resulta de mecanismos adoptados pelo Governo visando o não aumento desta dívida, tal como explicou a ministra das Finanças, Carla Louveira.
Falando, este sábado em Maputo, no espaço Linha Directa da Rádio Moçambique a dirigente indicou que para conter o crescimento da dívida pública, o estado tem estado a apostar na racionalização das despesas.
“É por isso que o chefe de estado, no seu discurso inaugural, apresentou um conjunto de reformas como a central de aquisições, como as medidas associadas à racionalização da despesa, contratações desnecessárias, por exemplo, em bens e serviços, entre outras medidas que efectivamente os nossos sectores, a todos os níveis das administração pública, directa, indirecta, central, provincial, distrital, devem todos, ao seu nível, poderem implementar de modo a tentarmos de alguma forma compor uma estrutura de despesa que seja financiável, grosso modo, dentro daquilo que é nossa capacidade de arrecadação da recursos internos, excluindo instrumentos de endividamento“, disse Carla Louveira, ministra das Finanças, falando em torno da necessidade de racionalização das despesas do estado, visando conter a dívida pública externa do país.
No ano passado, a dívida pública externa do país situou-se na ordem dos 17 mil milhões de dólares. (RM)



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