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Sociedade & Comportamento

Sociedade & Comportamento (292)

A ONU defendeu, ests terça-feira, a necessidade de impulsionar um grande debate entre Governos, empresas e utilizadores de Internet para chegar a acordos sobre o uso de dados pessoais e ofereceu-se como sede para essas discussões.

Para as Nações Unidas, casos como a rede social Facebook e a companhia Cambridge Analytica demonstraram a importância de todas as partes trabalharem juntas para atingirem entendimentos, uma ideia que tem sido defendida pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.

"Este tipo de casos e outros que temos visto são componente essencial porque que o secretário-geral em várias ocasiões apelou a todos os atores (...) a reunir-se reunir e lograr acordos básicos", explicou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric.

Segundo disse Dujarric, o processo deve envolver Governos, empresas tecnológicas, utilizadores e a sociedade civil e as Nações Unidas podem servir como plataforma.

Dujarric deixou claro que a ideia não é a de que a ONU lidere estas conversações, acrescentando que as Nações Unidas "poderiam ser a plataforma adequada para reunir todos os atores" e abordar estes novos "problemas" que todo o mundo enfrenta.

O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas respondia a perguntas dos jornalistas sobre o escândalo revelado no passado fim-de-semana, que levou à abertura de investigações ao Facebook pelo acesso à informação privada de cerca de 50 milhões de utilizadores por parte de uma empresa de análise de dados.

A empresa, Cambridge Analytica, colaborou com a campanha de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos, em 2016, e usou essa informação para desenvolver um programa informático destinado a apurar as decisões dos votantes e influenciá-los.

Na Cambridge Analytica estão o ex-estratega chefe de Trump e o ex-chefe da sua campanha eleitoral em 2016, Steve Bannon, e um destacado contribuinte republicano, Robert Mercer. (RM /NMinuto)

Na Zambézia, o operador florestal que cortou madeira ilegalmente, no distrito de Mocuba, em pleno período de defeso, este mês, será responsabilizado criminalmente.

A garantia foi dada pelo Governador Provincial, Abdul Razak.

Razak reagia ao argumento do operador Nelson Lopes Cardoso, publicado no domingo, numa televisão privada alegando que a madeira era de baixo valor comercial e destinava-se a construção de uma escola e carteiras.

O governador explicou que as acções de responsabilidade social das empresas devem respeitar a legislação moçambicana.

Por outro lado, lamentou e mostrou-se indignado com as declarações do director provincial da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Marcos Sapateiro, segundo as quais, a madeira cortada ilegalmente é da quarta classe e com pouco valor comercial.

“Tudo o que ele fez, posteriormente ou naquela altura, fora da legislação vigente tem que ser naturalmente penalizado”, disse Abdul Razak

O operador Nelson Lopes Cardoso já lhe foi aplicada uma multa de mais de setecentos mil meticais.

Esta medida é administrativa, mas o Ministério Público está a investigar o caso para a responsabilização criminal.

O facto foi confirmado esta segunda-feira pelo procurador Chefe provincial Chefe, na Zambézia, Miguel Cândido. (RM Zambézia)

O governo reitera que as restrições que se verificam no abastecimento de água potável, às cidades de Maputo, Matola e Boane, vão continuar até que a barragem dos pequenos Libombos tenha níveis aceitáveis deste líquido.

O Presidente dos Estados Unidos Donald Trump vai apresentar hoje um plano de luta contra os opiáceos que prevê em particular o recurso à pena de morte contra certos traficantes de droga.

"O departamento da Justiça vai pedir a pena de morte contra os traficantes de droga quando tal for possível em virtude das leis existentes", indicou no domingo um responsável da Casa Branca ao apresentar as grandes linhas do plano.

O executivo norte-americano permaneceu evasivo ao ser interrogado sobre os casos concretos onde a medida poderá ser aplicada.

Trump deve apresentar os detalhes do seu plano num discurso em New Hampshire, um estado muito atingido pelo que designou de "flagelo".

Definida como uma verdadeira crise de saúde pública nos Estados Unidos, o combate à dependência de opiáceos foi designada pelo Presidente republicano como uma das suas prioridades.

Em 2016 os EUA registaram cerca de 64.000 mortes por 'overdose', a maioria relacionada com opiáceos. Esta categoria de estupefacientes engloba os medicamentos analgésicos, obtidos com prescrição médica (caso do oxycontin e fentanyl) e ainda a heroína, muitas vezes misturada com substâncias sintéticas.

O início de Março, durante uma reunião na Casa Branca, Trump sublinhou que os países que recorriam à pena de morte contra os traficantes de droga "tinham muito menos problemas de droga" que os Estados Unidos. (RM NMinuto)

O Conselho Municipal da cidade do Maputo procura estratégias para retirar os vendedores informais que exercem a sua actividade nos passeios.

A Presidente da Organização da Mulher Moçambicana, Isaura Nyusi, defende que as mulheres devem estar unidas para que ultrapassem os desafios que enfrentam no dia-a-dia.

Na Indonésia é crime criticar deputados

Written by sexta, 16 março 2018 09:08

A Lei que criminaliza críticas a deputados começou a vigorar esta quinta-feira, apesar de protestos e mesmo sem assinatura do Presidente indonésio, Joko Widodo.

De acordo com a AFP, que não indica as sanções, a lei foi aprovada a 12 de Fevereiro pelo Parlamento indonésio, apesar do Presidente do país.

Joko Widodo, que reconhece haver erros, não querer assinar a lei uma vez que não foi consultado e já convidou os opositores a apresentar um recurso de
inconstitucionalidade no Tribunal Constitucional. ( RM Angop)

De acordo com a lei do estado norte-americano do Oklahoma, o incesto é crime.

Segundo o secretário-geral do Sindicato Nacional de Jornalistas, Eduardo Constantino, as empresas de comunicação social devem criar oportunidades iguais para homens e mulheres nas Redacções.

A Procuradora-geral da República, Beatriz Buchili, exortou esta quinta-feira ao novo director do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Sofala, Bernardo Duce, a trabalhar afincadamente para resgatar a credibilidade das instituições do Estado aos olhos dos cidadãos daquele ponto de Moçambique.

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